
Esta é, muito provavelmente, a fotografia mais antiga da Casa de Vale de Prazeres. Um belíssimo testemunho de um dos mais bonitos Solares da Beira-Baixa.
É curioso ver a palmeira ainda tão pequena. Hoje é bem mais alta que a Casa. À frente dela, no sítio onde hoje cresce um carvalho, está o que me parece ser uma araucária. Enorme! Nunca a vi, obviamente, e nunca a tinha visto em nenhuma outra fotografia.
Outro pormenor interessante é a janela do alçado poente, ainda de guilhotina. Fora isso, tudo está na mesma. Com excepção do muro que dá para a rua. Sempre o conheci rebocado e caiado. Mas aqui aparece com a cantaria à vista, confirmando, afinal, o que já ouvira os mais antigos dizerem: que, debaixo do reboco, o muro ostentava uma cantaria magnífica.