Bizzarias!…

Esta é verdadeiramente bizarra: um miúdo (talvez um Avô ou Tio-avô, sentado numa mini-charrette, puxada por (pasme-se!) uma cabra (ou bode…).

A cena passa-se aqui na Quinta, mesmo em frente ao portão do antigo galinheiro. Os outros figurantes são um homem, que segura o animal (e que provavelmente estaria tão intrigado como nós) e um cão que dorme alheio ao que se passa à sua volta.

Agradeço, uma vez mais, ao meu Primo Zé Limão, por nos continuar a brindar com estas pequenas pérolas que aqui ficam disponíveis para todos.

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Idas a banhos (ontem e hoje)

Há um século atrás o local de veraneio de eleição cá de casa era Saint Jean de Luz.

Na foto, que data de 20 de Agosto de 1912, pode ver-se o Bisavô Aurélio de pé. O senhor sentado no degrau creio tratar-se do seu grande amigo Francisco Tavares Proença.

Salvo erro Saint Jean de Luz não seria apenas destino de veraneio mas também de exílio no período pós implantação da República. Se alguém puder trazer mais pormenores, saiba que são sempre bem vindos.

Nós por cá também já lá fomos, mas não neste Verão. Neste verão ficámos presos pela beleza destas nossas ocidentais praias lusitanas onde o Sol se põe sobre o mar.

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Capela e jardim de buxo

Quando chegamos ao mirante acontece sempre isto: apesar da magnífica vista sobre o planalto da Beira-Baixa, com Monsanto lá ao fundo, o olhar desvia-se sempre mais para perto, ali mesmo para baixo, para a Capela, com o tanque e o jardim de buxo ao fundo.

E, na subida para a Capela e para o mirante, vamos sendo guiados pelas caleiras que, mesmo em Agosto, continuam a correr cheias de água.

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De serra a serra, com um oceano pelo meio

Este ano trocámos a Serra da Gardunha pelas, não menos imponentes mas bastante mais floridas, serranias do Faial e Pico. Pequenas maravilhas no meio do Atlântico.

Aqui estávamos no cume dos montes que cercam a Caldeira.

A Caldeira, propriamente dita.

Do outro lado do “canal”, erguia-se o majestoso Pico.

O Pico está sempre a mudar: nunca há duas fotografias iguais.

 

 

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Fim de tarde na Quinta

Fim de tarde na Quinta em 1897 — há, exactamente, 114 anos!

Os bisavós (Aurélio e Antónia) estão no cimo da Quinta. Um pouco mais vestidos do que por aqui se anda, actualmente. Mas elegantíssimos, claro. (tanto eles como nós!)

Ao fundo, por detrás daqueles degraus, está a grande obra da época: a linha de caminho de ferro da Beira-Baixa. A linha fora inaugurada apenas quatro anos antes.

Aqui fica um pormenor dos degraus que estão por detrás do bisavô — e que são o sítio de eleição para as crianças irem ver passar o comboio.

Aqui fica também um pormenor do pequeno caminho que fica a seguir, e que já serviu de palco a tantas brincadeiras (lembro-me em especial da Lurdinhas!…)

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Um ida ao campo em Agosto de 1972…

Eu e o meu Pai naquela que terá sido, provavelmente, a minha primeira de muitas, inúmeras, idas ao campo com ele. Esta foi no Algarve, em Agosto de 72.

Fez agora vinte anos que deixei de poder ir ao campo com ele.

Hoje continuo a ir ao campo — nem consigo passar muito tempo sem ir ao campo. Vou com ele no coração e com os netos dele pela mão!…

 

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Bisavós Tabordas, de Alcains

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Mudam-se os tempos…

… mudam-se as montadas.

Desta fotografia já só resta a sela. E o cenário, claro: o Cais.

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A Bolota

A nossa pequena Bolota fez 3 meses na semana passada. Muito bonita, com uma máscara bem definida, faz lembrar o pai, o Leão. Agora que os seus sete irmãos já partiram a Quinta está bastante mais calma. Mas não é sem alguma saudade que nos lembramos deste período em que a Quinta mais parecia o cenário dos “101 Dalmatas”.

(aqui a Bolota encostou-se ao muro, como que para se proteger, enquanto observa atentamente o Leão e a Ginja a correrem atrás um do outro.)

 

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Com o cântaro à cabeça…

Cenas da vida quotidiana de outros tempos, em Vale de Prazeres.

Enquanto as pessoas vão passando, os sobreiros, carvalhos, azinheiras e as casas de pedra lá ficam. Testemunhas do tempo e de outras vidas.

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