Bisavós

Aqui ficam os meus queridos Bisavós de Vale de Prazeres: Antónia (Pinto Taborda Ramos) e Aurélio (Pinto Tavares Osório Castello Branco). A fotografia deve ter sido tirada entre 1885 e 1890.

(Notas sobre os bisavós: Terão casado casado a 2 de Maio de 1877, em Medelim, ambos com 22 anos. Ele, filho de de João Pinto Tavares Osório Castello Branco, nascido na Capinha; e ela, filha de António Maria Taborda Ramos, de Medelim, e de Francisca Pinto Correia da Costa, da Sortelha)

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A Uva

A Uva é um caso sério: grande, escura, comilona, por vezes faz lembrar um pequeno ursinho — a mim, particularmente, faz-me sempre lembrar aqueles pequenos Ewoks do “Regresso de Jedi”. Em qualquer caso, uma coisa é certa: quando os miúdos estão a brincar com uma bola, a Uva não anda longe!…

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Foto de família, por volta de 1940

Ora aqui está uma pérola da família!

Não sei em que data foi tirada mas, a avaliar pelas idades dos mais novos, estimo-a à roda de 1940. Também não sei precisar o local mas, muito provavelmente, terá sido algures em Vale de Prazeres.

Da direita para a esquerda: (Tio) Lelo, Gi (Tia-Avó), Zé (Pai), (Avó) Josefina, (Tia) Margarida, (Avô) António Maria, (Tia) Antónia.

Coloquei os graus de parentesco por referência a mim próprio (perdoem-me o egocentrismo!…). Para a geração do “degrau” abaixo, basta actualizar para o grau acima.

Aqui ficam, uma vez mais, os meus penhorados agradecimentos ao meu Primo Zé — filho da distintíssima senhorinha do lado direito (que é a minha muito querida Madrinha) e afilhado do outro Zé que está na fotografia.

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Farrusco, o pequeno leão

Este é o Farrusco, o único macho da ninhada. Coincidência, ou não, parece ser aquele para com quem o Leão (o pai) tem mais tolerância. Ao contrário da Ginja (a mãe), que brinca com todos, o Leão não lhes passa cartão. Só o menino Farrusco é que parece ter direito a tratamento especial.

Da mãe parece ter herdado as cores; do pai, a corpulência. Esperto e já a evidenciar um porte bonito, vai ser um magnífico cão Serra da Estrela.

 

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Brincadeiras na relva: sob o olhar do pai babado

A expressão do Leão não esconde a expressão de um pai feliz.

E agora, reparem no pequeno Leãozinho a espreitar por detrás do pai!…

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Brincadeiras na relva: retratos dos bonecos

Qualquer criança gosta de bonecos. Estes, para além de muito queridos, mexem-se. Ou melhor, não param!

E, como qualquer criança, adoram andar a explorar a Quinta…

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Brincadeiras na relva: a Ginja e os filhotes

Com três crianças, dois Serras da Estrela e uma creche de cachorrinhos está montada a festa!

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A sesta

Depois de uma manhã de brincadeira, vem a merecida sesta.

E enquanto as crianças dormem, o pai aproveita o merecido momento de sossego.

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Le temps des cerises

Imortalizada por Yves Montand, aqui fica a letra desta belíssima canção (letra de Jean-Baptiste Clément e música de Antoine Renard) já com quase século e meio de vida. Pequenas variações da letra são colocadas entre parêntesis.

Le temps des cerises

Quand nous chanterons le temps des cerises (Quand nous en serons au temps des cerises)
Et gai rossignol et merle moqueur
Seront tous en fête
Les belles auront la folie en tête
Et les amoureux du soleil au cœur
Quand nous chanterons le temps des cerises
Sifflera bien mieux le merle moqueur

Mais il est bien court le temps des cerises
Où l’on s’en va deux cueillir en rêvant
Des pendants d’oreille…
Cerises d’amour aux robes pareilles (vermeilles)
Tombant sous la feuille (mousse) en gouttes de sang…
Mais il est bien court le temps des cerises
Pendants de corail qu’on cueille en rêvant !

Quand vous en serez au temps des cerises
Si vous avez peur des chagrins d’amour
Évitez les belles !
Moi qui ne crains pas les peines cruelles
Je ne vivrai pas sans souffrir un jour…
Quand vous en serez au temps des cerises
Vous aurez aussi des chagrins (peines) d’amour !

J’aimerai toujours le temps des cerises
C’est de ce temps-là que je garde au cœur
Une plaie ouverte !
Et Dame Fortune, en m’étant offerte
Ne pourra jamais calmer (fermer) ma douleur…
J’aimerai toujours le temps des cerises
Et le souvenir que je garde au cœur !


(Post dedicado aos nossos queridos primos franceses)

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Aventureiras à solta

Já quase com dois meses (como o tempo passa!…), estas pequenas aventureiras já nos seguem para todo o lado e adoram explorar todos os recantos da Quinta.

E, claro, volta não volta, engalfinham-se a brincar como pequenas leoas da serra!…

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