Pinceladas de encarnado do Japão

Este é um dos arbustos mais bonitos da Quinta. É provavelmente o primeiro a entrar em flor. E como se destaca este encarnado bem vivo!…

Sempre me habituei a chamar-lhe “cerejeira do Japão”, mas após uma pesquisa rápida na internet, parece que estava enganado. É do Japão sim, mas não é uma cerejeira. É um “Marmeleiro do Japão”. (em latim:  Chaenomeles japonica ou Pyrus japonica)

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Frei Joaquim de Vale de Prazeres

Fr. JOACHIM DE VAL DOS PRAZERES, nasceo em o lugar do seu apellido, situado no termo da Villa de Alpedrinha do Bispado da Guarda a 11 de Agosto de 1711. Renunciando heroicamente a sucessão da Casa de seus Pays Thomé Taborda, Cavalleiro professo da Ordem de Christo, e de sua mulher D. Maria Ricacho, filha de Leão Rodrigues Cinza, e D. Porcia de Oliveira Ricacho, descendente das familias mais nobres da Provincia da Beira, buscou o austero Claustro da Serafica Provincia da Soledade a 3 de Março de 1729, onde depois de professo se fez exemplar dos seus companheiros. Sendo Guradiaõ do Convento de Nossa Senhora da Caridade da Villa do Sardoal, publicou com o affectado nome de Zaquias de Valle de Jerem anagrama puro do seu nome.

(in Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Thomo IV, Lisboa, 1759, p. 171)

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Cameleiras em flor

Ora cá estão as cameleiras em flor a emprestarem a sua cor e brilho à nossa Quinta!

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Saudades das Tias Manás.

Uma bela e feliz fotografia das Tias Manás, há muitos anos, numa festa em Vila Viçosa.

 

As Tias Manás deixaram-nos muita saudade. Foram pedras importantes desta família. Podem já não estar cá, connosco, mas continuam a ser um pólo de (re)união da família. Hoje os sobrinhos voltam a reunir-se em nome delas.

Daqui de Vale de Prazeres fica o testemunho da nossa enorme saudade da Tia Caci, da Tia Maná e da Tia Guigui, mas fica também um grande abraço para os Primos reunidos em Lisboa e, um beijinho especial à Maria João, que nos mandou esta fotografia e que teve a iniciativa desta reunião.

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Inverno seco

Este Inverno vai seco. Muito seco. Muito bom para a cidade mas preocupante para quem vive no campo — mais preocupante ainda para quem vive do campo.

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Bom Ano!

Eis que chegamos ao fim do ano. E fim do ano é tempo de fazer contas. Nestes primeiros 9 meses de vida contámos cerca de 8.350 visitas (hits)! Muito mais do que alguma vez achámos possível. Mas talvez o mais surpreendente seja a origem dos visitantes. Aqui fica, por ordem de número de visitas, a origem dos nossos visitantes:

Portugal (PT), Brazil (BR), United Kingdom (GB), United States (US), France (FR), Belgium (BE), Netherlands (NL), Switzerland (CH), Europe (EU), Spain (ES), Germany (DE), Japan (JP), Mozambique (MZ), Canada (CA), Poland (PL), Serbia (RS), Ireland (IE),  Sweden (SE), Chile (CL), Morocco (MA), Argentina (AR), Italy (IT), Greece (GR), Angola (AO).

A todos um grande bem haja e os votos de um ano cheio de sucessos, coroados, claro está com uma das nossas cerejas no topo dos vossos bolos.

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Um dia a “andar de moto”

Pois foi. Hoje estive o dia todo a “andar de moto”.

Que é como quem diz, o dia todo agarrado à roçadora e ao corta-sebes. Sempre de prego a fundo! Pena é que a esta Kawasaki lhe faltem duas rodas…

Mas amanhã há mais, para acabar o ano em beleza.

 

Pode não parecer (a fotografia não é grande coisa: a culpa é do telemóvel…), mas esta muralha de buxo tem uns bons 50 m de comprimento. A altura varia: num dos lados anda nos 2m, mas no outro (o que está escondido) vai para dois metros e meio. Mas o pior é a largura: cerca de 1,5m.

 

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Nasceu um belo potro no Monte da Castanheira

Pois é, foi há 20 dias que nasceu S.Exa o filho da Realeza (a mãe). Aqui ficam as fotos fresquinhas.

(um boneco pernalta!)

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Idanha-a-Velha

Um dos segredos mais bem guardados deste país: a antiquíssima Civitas Igaeditanorum.  

 

Por aqui já passaram romanos, suevos e visigodos. Os cavaleiros Templários deixaram-nos a sua marca na Torre.

São dois milénios de história e de memórias gravadas no granito da Beira-Baixa.

 

 

Outrora um centro de poder, depois um marco nos caminhos de Santiago, hoje está longe de tudo. São poucos os que restam nesta povoação, guardiães tranquilos de uma paz invulgar.

Esta Idanha, antiga, permanece como um dos melhores exemplos da arquitectura típica da Beira-Baixa:

 

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Passeio pelo campo

Hoje foi dia de passeio pelo campo. Revigorante!

Não há campo mais bonito que o da Beira-Baixa!

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