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Não, não foi engano a escrever o título do post. É que reparei há pouco que o “blogstats” registava 11.111 visitas. Uma capicua. Para os mais entendidos, que não é o meu caso, trata-se de um número palíndromo. No meu caso trata-se apenas do registo de uma pequena mania herdada da Senhora minha Mãe. Obrigado Mãe.

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Flores que fazem lembrar a neve que não chegou…

Este Inverno (não parece, mas ainda não acabou!…) tem sido bastante estranho. Algum frio, mas chuva nem vê-la. No que diz respeito a neve, bom, o mais próximo será mesmo isto:

aqui fica um plano mais próximo das flores que (se o São Pedro não continuar a pregar partidas!…) serão ameixas lá para Julho.

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A Salsa (com 11 meses)

Chegaram-me hoje estas fotografias da Salsa. Está magnífica e é incrível a semelhança com o pai, o Leão!

Aqui fica o testemunho de um dos melhores exemplares da primeira ninhada do Leão e da Ginja. Ainda é uma cachorra (está com 11 meses), mas nota-se bem que é um excelente exemplar do Cão da Serra da Estrela. Pronta para ser uma Campeã. Os seus actuais donos estão de parabéns!

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Operação Retancha – 3ª Fase: chegam as árvores

Esté é o grande momento por que estávamos à espera: a chegada das árvores. Todas de primeira qualidade. E uma boa parte delas já palmilhou mais de dois mil quilómetros para chegar aqui. Nadas em Itália, vão ser criadas em Vale de Prazeres.

Cerejeiras, ginjeiras, romanzeiras, figueiras, laranjeiras e limoeiros. Está tudo a postos para a plantação. Agora é só po-las na terra e… vê-las crescer!

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Operação Retancha – 2ª Fase: enriquecer o solo

Aqui ainda tentamos fazer quase tudo à boa moda antiga (excepção feita à preciosa ajuda das máquinas para os trabalhos de mobilização de solos mais pesados). Todos os químicos são evitados ao máximo. Respeitamos as normas de “Produção Integrada” e temos os nossos pomares controlados e certificados pela SATIVA.

Ora, à boa moda antiga, o melhor, o mais natural adubo para a terra é, e continuará a ser, o estrume.

E, na terra do melhor queijo do Mundo, este estrume é de ovelha — proveniente de um rebanho que mora aqui mesmo ao nosso lado.

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Operação Retancha – 1ª Fase: preparação do terreno

As últimas semanas foram dominadas pelos trabalhos da retancha. (Para os menos habituados às lides do campo, chama-se retancha aos trabalhos de replantação/substituição das árvores perdidas no Pomar.)

Pois bem, há que preparar o terreno, abrindo as covas para a plantação das árvores novas que estão quase a chegar. Antigamente este era um trabalho que se fazia à enxada. Hoje tudo é feito muito mais rapidamente, com a ajuda de uma pequena giratória — e aqui pelas redondezas, ninguém se compara à mestria do Zé!

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Amendoeiras em flor

O ano vai seco (muito seco, mesmo!) e, apesar do frio, a neve ainda não chegou. Mas temos o branco das amendoeiras!

Bom fim de semana!

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O Archeologo Português

“O Arqueólogo Português” é a revista editada pelo Museu Nacional de Arqueologia, desde 1895.  Numa edição de 1904 encontra-se uma referência a “Avós” da família na qualidade de “beneméritos”.  Aqui fica o registo:

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A Casa de Vale de Prazeres

 

Presumo que a fotografia date dos anos 60 ou 70.

Neste preciso momento, estou ali na segunda janela a contar da direita. A quem quer que esteja a passar (mesmo virtualmente), Boas Noites!

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Palácio do Picadeiro

(foto da Fundão Turismo)

Ao que parece o Palácio do Picadeiro (Solar magnífico situado no topo de Alpedrinha) foi edificado sobre a antiga “Casa Quadrada”, da família Taborda.

“Obra de grande dimensão, provavelmente da última década do século XVIII, é um excelente exemplar da arquitectura civil de carácter privado da época. Ao que parece, foi mandado edificar sobre uma antiga casa apalaçada – a “Casa Quadrada” (que pertencera à família Taborda e depois aos jesuítas) – pelo Dr. Francisco Sarafana, para sua residência e do seu agregado familiar.”

Vale bem a pena uma visita. No ano passado contabilizou quase 5.000 visitas.

A propósito, aqui fica uma pequena nota com algum interesse para a família Taborda, de Vale de Prazeres: a “Casa Quadrada” terá sido, de facto, doada aos Jesuítas por Simão Rodrigues Taborda, nascido em 1520, “Senhor da Casa e Quinta de Vale de Prazeres”, “3.º Senhor do Monte Taborda”.

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